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TEMA:
RELACIONAMENTO PROFESSOR-ALUNO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA
CÓDIGO: 007 - 48p.


INTRODUÇÃO


O que é ser um bom professor? Esse questionamento não é algo inovador, tão pouco esgotado de investigação e pesquisa.
Nos diferentes cursos que realizei, (magistério, aperfeiçoamento, licenciatura ou especialização), a interrogativa do bom professor é retomada. As respostas manifestam-se aos turbilhões, aquelas utópicas, outras fracassadas, as reproduzidas. Não obtemos êxito neste questionamento por comodidade, por medo da resposta não nos agradar, ou por uma ideologia dominante que não nos permite expressar nosso verdadeiro valor.
Quando falamos do perfil do professor, percebe-se que devemos partir da indagação sobre o que determina o desempenho do professor na prática pedagógica e como se realiza o ato pedagógico escolar. Para ela afluem as contradições do contexto escolar, os conflitos psicológicos, as questões da ciência e as concepções de valor daqueles que compõe o ato pedagógico: o professor e o aluno.
Para muitos alunos, a acomodação prevalece, enquanto para outros a cobrança é fator dominante.
Nossas escolas continuam desorganizadas, com ambiente descontínuo e caótico que só desfavorece as condições para o ensino e aprendizagem. Em matéria de mau desempenho, avaliado pelas taxas de repetência e evasão, estamos deixando muito a desejar.
Ainda, não estamos dando conta da tarefa de garantir aos alunos, cada um com seu ritmo e suas características, o acesso ao conhecimento e às habilidades indispensáveis para o trabalho e a cidadania. Pior do que tirar a chance de crescimento dos alunos é o paternalismo de alguns professores, que se preocupam em assinar o ponto e manter a imagem de professor bonzinho frente aos alunos.
É necessário recuperar o prazer de aprender e que a escola, necessariamente, não precisa ser chata e ritualista. Deve-se valorizar o pensamento crítico, no sentido que o aluno raciocine sobre o conhecimento.
O que se percebe é que o aluna espera receitas prontas. Tem preferência por professores com muitas habilidades, todavia, o interessante seria desenvolver habilidades nos próprios alunos; gostam de professores que esquematizam tudo, mas os alunos não sabem esquematizar.
Sendo assim, alguns ditos bons professores, repetem uma pedagogia passiva, muito pouco crítica e criativa.
Precisamos de bons professores que tenham compromisso, com uma prática transformadora que oportunize o crescimento e o desenvolvimento em todos os sentidos, buscando novas metodologias, novos conhecimentos, investigando e, o principal, despertando no aluno essa vontade de descobrir o inusitado. 

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1 - OS CAMINHOS DA EDUCAÇÃO
1.1 - Educação: conceitos e finalidades
2 - A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NAS DIFERENTES PEDAGÓGIAS
2.1 - Tendência pedagógica tradiciona
2.2 - Tendência pedagógica da escola nova
2.3 - Tendência pedagógica tecnicista
2.4 - Tendência pedagógica crítico-social dos conteúdos
3 - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO
3.1 - O relacionamento entre professor e aluno
3.2 - O professor como um agente de transformação
4 - A PROCURA DO EDUCADOR NECESSÁRIO
4.1 - A questão metodológica
5 - ABRINDO NOVOS CAMINHOS
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS








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