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TEMA:
ANATOMIA DA MEDULA ESPINHAL
CÓDIGO: 026 - 42p.


SUMÁRIO


INTRODUÇÃO 
CAPÍTULO I - ANATOMIA DA MEDULA ESPINHAL
1.0. Generalidades
1.1. Forma e estrutura geral da medula
1.2. Substância cinzenta da medula
1.2.1 Neurônios medulares
1.2.2 Neurônios radiculares
1.2.3 Neurônios cordonais
1.2.4 Neurônios de axônio curto
1.2.5 Núcleos e lâminas da substância cinzenta da medula
1.3. A substância branca da medula
1.3.1 Vias descendentes
1.3.2 Vias piramidais
1.3.3 Vias extrapiramidais
1.3.4 Vias ascendentes
CAPÍTULO II - ESPASTICIDADE
2.0. Definição
2.1. Mecanismo fisiopatológico
2.2. Aspectos clínicos da espasticidade
CAPÍTULO III - PARAPARESIA ESPÁSTICA TROPICAL
3.0. Aspectos históricos
3.1. Epidemiologia
3.2. Patogênese
3.3. Retrovírus
3.4. Leucemia / linfoma de célula T do adulto (ATL/L)
3.5. HTLV-I outras doenças humanas
3.6. Características clínicas
3.6.1 Critérios de diagnóstico segundo a Organização Mundial de Saúde
3.6.2 A avaliação do grau de incapacidade
3.7. Tratamento
3.7.1 Tratamento Medicamentoso
3.7.2 Importância da fisioterapia no tratamento da paraparesia espástica tropical
3.7.3 Aconselhamento de indivíduos soropositivos para HTLV-I/II
CAPÍTULO IV - SEMIOLOGIA
4.0. Propedêutica neurológica da síndrome
4.1. Anamnese
4.2. Exame físico especial
4.2.1 Motricidade
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA


RESUMO

A Paraparesia Espástica Tropical (TSP), associada ao vírus linfotrópico de células T humanas do tipo I (HTLV-I) é uma mielopatia de evolução crônica, lentamente progressiva associado a um grau variável de distúrbios esfincterianos e sensitivos.
As vias de contaminação se dão através de aleitamento materno, transfusão de hemocomponentes celulares ou de uso comum de objetos contaminados com sangue e relacionamento sexual.
O agente etiológico HTLV-I é um retrovirus da família oncovírus, do tipo C, alem da TSP causa também a leucemia/linfoma de células T do adulto (ATL/L).
O diagnóstico rotineiro de infeção pôr HTLV-I baseia-se na detecção sorológica de anticorpos circulantes, são utilizados os ensaios imunoenzimáticos e o diagnóstico sorológico.
Várias formas de tratamento tem sido proposta, porém de questionável valor estatístico.








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